Fio encerado nas cores Verde Fluorescente,Amarelo Fluorescente, Rosa Fluorescente e Sementes de Açai
Sejam bem-vindos à nossa loja virtual! Neste perfil temos o prazer de apresentar para você nossas criações artesanais, ...Peças únicas e exclusivas, feita com com muita qualidade e muita criatividade!!! Aqui tudo é CRIADO, idéias que vêem direto da fonte do nosso Criador!!
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Tie Dye
FAÇA VOCÊ MESMO (A)
1 ESTIQUE numa mesa a peça na qual será aplicado o tie-dye. Posicione um garfo no local onde você deseja que seja o centro do tingimento.
2 TORÇA o garfo, enrolando o tecido até formar um círculo. Depois, amarre-o de forma firme todo o círculo com ligas de borracha.
3 UMEDEÇA a peça com água. Em uma panela, coloque a proporção de tinta e água especificadas junto com uma colher de vinagre e de sal.
4 COZINHE cerca de 20 a 30 minutos. E atenção: não esqueça de virar a peça para que a cor fique totalmente homogênea.
5 APÓS o cozimento, separe a peça, deixe-a descansar por duas horas e, só depois, enxágüe com abundância.
6 DEPOIS desses passos, supersimples de segui-los, está pronta a sua peça com a técnica do tie-dye em cor monocromática.
Tie Dye
Na década de 1970 ele conquistou os jovens. Agora, retoma às ruas com novas intervenções. Além deste editorial, confira um passo-a-passo básico dessa prática de moda que se resume em amarrar e tingir
O toque artesanal em peças do vestuário sempre proporciona um diferencial. Não é por acaso que tie-dye, uma técnica muito usada na década de 1970, ganha as ruas novamente. Claro que agora com novas versões, inclusive com estamparia industrial.
Para quem não abre mão da tradição, o Eva traz um editorial produzido no centro de Fortaleza. O cenário urbano não poderia ser melhor: alia história e contemporaneidade, tal qual o tie-dye. O clima bucólico da Praça dos Leões, os bancos de madeira, a estátua da escritora Rachel de Queiroz e o glamour das escadas cederam espaço para as propostas sempre muito coloridas.
Antes disto, os principais eventos de moda do País já anunciavam a tendência para o Verão 2009. Marcas, a exemplo da Reserva e Cantão, apostaram na técnica em tecidos leves, como malharia e jeans.
Novo caleidoscópio
Ao que tudo indica, essa velha técnica, agora repaginada, irá abranger as peças que vão da praia ao escritório e, de lá, direto para a noite. Isso sem falar dos artigos para o lar como toalhas, lençóis e edredons disponíveis com esse tingimento. Graças à tecnologia têxtil hoje é possível produzir o tie-dye em série e sobre os mais diversos materiais. Mas a grande diferença está na estamparia manual por garantir efeitos únicos que remetem a um caleidoscópio.
Batique
Outra técnica que muitas vezes se confunde com tie-dye é o batique. O método, também manual, de pintura sobre o tecido, teve origem na Indonésia. Chegou à Europa pelos holandeses, que o trouxeram de suas expedições pelo continente Asiático.
O processo consiste em cobrir áreas do tecido a serem trabalhadas com cera ou parafina. Depois são imersos em latões com tintas de cores variadas para o tingimento desejado de acordo com o desenho pretendido. Por último, são retiradas a cera ou parafina com água quente; e os tecidos são lavados e passados.
Esse método tem muito mais história. Na década de 1970, quase todos os jovens tinham no armário pelo menos uma roupa com batique. Os anos se passaram, e essas peças ficaram, de certa forma, esquecidas. Agora, voltam à moda junto com o tye-die.
FIQUE POR DENTRO
Como se originou o tie-dyeO termo deriva do inglês que significa simplesmente ´amarrar e tingir´. A técnica de origem artesanal é bastante antiga e vem do Oriente, tendo sido relatada na Índia e na China. Na América Latina o processo era utilizado para tingir tecidos de lã. Na década de 1970, o tie-dye voltou com força total na pele dos hippies e pôde ser visto por todo o mundo em festivais da época como Woodstock.
Esse método, que atualmente está super na moda, consiste em tingir pequenos segmentos do tecido, amarrando-os com linha, para evitar que a cor passe a essas partes, formando assim um padrão irregular de tingimento. Geralmente era aplicado em algodão puro, mas na versão moderna surge até no crochê. O método é simples e pode ser feito em casa mesmo. Uma das vantagens é que nunca se obterá um mesmo resultado. Isso deixa o tie-dye exclusivo, motivo pelo qual é apreciado por pessoas de estilo singular.
Coloridos manuais
Pioneiro em estamparia manual no Ceará, o artista plástico D´Costa já fez de tudo um pouco. Mesmo quando a moda deixou de lado as técnicas como o batique e o tie-dye, ele continuou inventando e reinventando. “Certa vez, criei tie-dye em cima de batas de algodão com cetim rebordadas à mão”, destaca. Com tanta experiência, hoje seu trabalho está ainda mais diferenciado, pois utiliza várias cores numa só peça e ainda faz interferências de arte por meio da pintura manual. “Todas as minhas criações são feitas por etapas. Tinjo, uso pincel, esponja, espremo com as mãos e misturo cores”, explica. Geralmente prefere utilizar tecidos de algodão para aplicar sua arte. Assim, as peças ganham texturas únicas e estampas artísticas.
O toque artesanal em peças do vestuário sempre proporciona um diferencial. Não é por acaso que tie-dye, uma técnica muito usada na década de 1970, ganha as ruas novamente. Claro que agora com novas versões, inclusive com estamparia industrial.
Para quem não abre mão da tradição, o Eva traz um editorial produzido no centro de Fortaleza. O cenário urbano não poderia ser melhor: alia história e contemporaneidade, tal qual o tie-dye. O clima bucólico da Praça dos Leões, os bancos de madeira, a estátua da escritora Rachel de Queiroz e o glamour das escadas cederam espaço para as propostas sempre muito coloridas.
Antes disto, os principais eventos de moda do País já anunciavam a tendência para o Verão 2009. Marcas, a exemplo da Reserva e Cantão, apostaram na técnica em tecidos leves, como malharia e jeans.
Novo caleidoscópio
Ao que tudo indica, essa velha técnica, agora repaginada, irá abranger as peças que vão da praia ao escritório e, de lá, direto para a noite. Isso sem falar dos artigos para o lar como toalhas, lençóis e edredons disponíveis com esse tingimento. Graças à tecnologia têxtil hoje é possível produzir o tie-dye em série e sobre os mais diversos materiais. Mas a grande diferença está na estamparia manual por garantir efeitos únicos que remetem a um caleidoscópio.
Batique
Outra técnica que muitas vezes se confunde com tie-dye é o batique. O método, também manual, de pintura sobre o tecido, teve origem na Indonésia. Chegou à Europa pelos holandeses, que o trouxeram de suas expedições pelo continente Asiático.
O processo consiste em cobrir áreas do tecido a serem trabalhadas com cera ou parafina. Depois são imersos em latões com tintas de cores variadas para o tingimento desejado de acordo com o desenho pretendido. Por último, são retiradas a cera ou parafina com água quente; e os tecidos são lavados e passados.
Esse método tem muito mais história. Na década de 1970, quase todos os jovens tinham no armário pelo menos uma roupa com batique. Os anos se passaram, e essas peças ficaram, de certa forma, esquecidas. Agora, voltam à moda junto com o tye-die.
FIQUE POR DENTRO
Como se originou o tie-dyeO termo deriva do inglês que significa simplesmente ´amarrar e tingir´. A técnica de origem artesanal é bastante antiga e vem do Oriente, tendo sido relatada na Índia e na China. Na América Latina o processo era utilizado para tingir tecidos de lã. Na década de 1970, o tie-dye voltou com força total na pele dos hippies e pôde ser visto por todo o mundo em festivais da época como Woodstock.
Esse método, que atualmente está super na moda, consiste em tingir pequenos segmentos do tecido, amarrando-os com linha, para evitar que a cor passe a essas partes, formando assim um padrão irregular de tingimento. Geralmente era aplicado em algodão puro, mas na versão moderna surge até no crochê. O método é simples e pode ser feito em casa mesmo. Uma das vantagens é que nunca se obterá um mesmo resultado. Isso deixa o tie-dye exclusivo, motivo pelo qual é apreciado por pessoas de estilo singular.
Coloridos manuais
Pioneiro em estamparia manual no Ceará, o artista plástico D´Costa já fez de tudo um pouco. Mesmo quando a moda deixou de lado as técnicas como o batique e o tie-dye, ele continuou inventando e reinventando. “Certa vez, criei tie-dye em cima de batas de algodão com cetim rebordadas à mão”, destaca. Com tanta experiência, hoje seu trabalho está ainda mais diferenciado, pois utiliza várias cores numa só peça e ainda faz interferências de arte por meio da pintura manual. “Todas as minhas criações são feitas por etapas. Tinjo, uso pincel, esponja, espremo com as mãos e misturo cores”, explica. Geralmente prefere utilizar tecidos de algodão para aplicar sua arte. Assim, as peças ganham texturas únicas e estampas artísticas.
Filtro dos Sonhos
Os videntes nativo–americanos ensinam que a Grande Aranha, teceu a Teia do Universo para relacionar todas as coisas. (Enquanto teço este texto, reflito que o mundo todo está ligado por uma "WEB" = teia em inglês). Para eles, a Aranha ao mesmo tempo é Avó e Criadora que cria novas energias dentro da existência. Ela tem a "Medicina da Criação". Num dos mitos da Criação, conta-se que no inicio do mundo só havia escuridão, os povos andavam às cegas, e viviam se colidindo, uns com os outros. A vovó aranha que trouxe o sol e o fogo aos índios e ensinou-lhes também a arte de fazer a cerâmica.
Conta uma velha lenda dos nativos norte-americanos, que um velho índio ao fazer uma Busca da Visão no topo de uma montanha, lhe apareceu IKTOMI, a aranha, e comunicou-se em linguagem sagrada. A Aranha pegou um aro de cipó e começou a tecer uma teia com cabelo de cavalo e as oferendas recebidas
Enquanto tecia, o espírito da Aranha falou sobre os ciclos da vida, do nascimento a morte e das boas e más forças que atuam sobre nós em cada uma dessas fases. Ela dizia:
- Se você trabalhar com forças boas, será guiado na direção certa e entrará em harmonia com a natureza. Do contrário, irá para direção que causará dor e infortúnios.
No final a Aranha devolveu ao velho índio o aro de cipó com uma teia no centro dizendo-lhe:
- No centro está a teia que representa o ciclo da vida. Use-a para ajudar seu povo a alcançar seus objetivos, fazendo bom uso de suas idéias, sonhos e visões. Eles vêm de um lugar chamado Espírito do Mundo que se ocupa do ar da noite com sonhos bons e ruins. A teia quando pendurada se move livremente e consegue pegar sonhos, quando eles ainda estão no ar. Os bons sonhos sabem o caminho e deslizam suavemente pelas penas até alcançar quem está dormindo. Já os ruins ficam presos no círculo até o nascer do sol, e desaparecem com a primeira luz do novo dia.
Enquanto tecia, o espírito da Aranha falou sobre os ciclos da vida, do nascimento a morte e das boas e más forças que atuam sobre nós em cada uma dessas fases. Ela dizia:
- Se você trabalhar com forças boas, será guiado na direção certa e entrará em harmonia com a natureza. Do contrário, irá para direção que causará dor e infortúnios.
No final a Aranha devolveu ao velho índio o aro de cipó com uma teia no centro dizendo-lhe:
- No centro está a teia que representa o ciclo da vida. Use-a para ajudar seu povo a alcançar seus objetivos, fazendo bom uso de suas idéias, sonhos e visões. Eles vêm de um lugar chamado Espírito do Mundo que se ocupa do ar da noite com sonhos bons e ruins. A teia quando pendurada se move livremente e consegue pegar sonhos, quando eles ainda estão no ar. Os bons sonhos sabem o caminho e deslizam suavemente pelas penas até alcançar quem está dormindo. Já os ruins ficam presos no círculo até o nascer do sol, e desaparecem com a primeira luz do novo dia.
Esse círculo é conhecido como "dreamcatcher (apanhador de sonhos). Aqui no Brasil é chamado de Filtro dos Sonhos ou Coletor de Sonhos. Trata-se de um instrumento de poder para assegurar bons sonhos para aqueles que dormem debaixo dele, e também para trazer visões.
Geralmente são colocados onde a luz bate pela manhã, em frente a janela. Os nativos nos ensinam que os sonhos passam pelo furo no centro e os maus sonhos ficam presos na teia e se dissipam à luz do amanhecer.
Geralmente são colocados onde a luz bate pela manhã, em frente a janela. Os nativos nos ensinam que os sonhos passam pelo furo no centro e os maus sonhos ficam presos na teia e se dissipam à luz do amanhecer.
Você poderá colocá-lo no seu quarto, escritório, ou até no berço ou carrinho do bebê. Os nativos ensinam que os bebês ao verem a pena balançar com o vento, se entretêm e aprendem a importância do ar. Ele é feito na forma de um círculo, tradicionalmente com galhos de Salgueiro. É feita uma rede na forma de uma teia de aranha com uma abertura ao centro. Tem muitas lendas de origem, de acordo com cada tribo e também diferentes formas de tecer.
É uma mandala. Segundo Jung, a mandala se encontra na própria alma humana, aparecendo nos sonhos e em diversas imagens criadas pelo nosso inconsciente. O Circulo Representa, o Círculo da Vida. As rodas, ou círculos representam a totalidade. O círculo é o símbolo do Sol, do Céu e da Eternidade. No simbolismo ancestral o círculo é o símbolo do espaço infinito, sem começo e sem fim. Qualquer que seja a representação simbólica em qualquer era e em qualquer cultura, um Círculo de Poder, serve como um espelho, onde podemos ver o reflexo do Universo e o Grande Tudo, que contém a totalidade, trabalhando para o entendimento dos mistérios da vida, do cosmos, e das leis naturais. A teia e a pena, os fios da teia, que são ligados ao círculo, podem ser tecidos em 7 pontos (7 profecias) 8 pontos (8 pernas da aranha = oito direções sagradas ), 13 pontos (13 Luas), variando de acordo com cada tradição e intenção.
Pode ser colocada uma pena no centro, simbolizando a respiração, o elemento ar, e em alguns são colocados uma pedra/cristal. Tudo o que é colocado possui um significado. O Centro da Teia corresponde ao Grande Mistério, o Criador, a Força que abrange o Universo inteiro.
Pode ser colocada uma pena no centro, simbolizando a respiração, o elemento ar, e em alguns são colocados uma pedra/cristal. Tudo o que é colocado possui um significado. O Centro da Teia corresponde ao Grande Mistério, o Criador, a Força que abrange o Universo inteiro.
Coloque seu filtro de forma ritualística. Isso é o que diferencia um adorno de um instrumento de poder. Purifique antes o ambiente, o próprio filtro, e coloque sua intenção. Faça sua própria cerimônia. Peça proteção para o lar, família, pensamentos.
Atualmente muitas lojas vendem filtro dos sonhos, alguns industrializados com penas coloridas, espelhinhos. Particularmente, prefiro algo mais tradicional, mais rústico, feito artesanalmente com cipós colhidos, com preces e orações. Você poderá comprar em lojas ou aprender a fazer numa oficina de confecção (acho mais interessante!).
No xamanismo evoca-se a essência espiritual da aranha para compreender melhor a "teia da vida", para evocar a criatividade e a imaginação. Inspira a visão e o poder para trazer nossos sonhos até a realidade. Para se obter independência e coragem, para rompermos com armadilhas que criamos, sejam emocionais ou espirituais. Para rompermos a teia da ilusão, construirmos novos sonhos, para sonharmos mais, para tecermos nossa própria vida.
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